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domingo, 5 de julho de 2009

PROJETO DE APRENDIZAGEM - DISLEXIA

Para o novo projeto de aprendizagem que vou desenvolver junto com as colegas Silvana, Giovana e Maria de Lourdes foi escolhido o tema DISLEXIA, tendo como questão de investigação: Como podemos ensinar crianças disléxicas?
Quero destacar nesta postagem a aprendizagem que estava assimilada e passou por um processo de adaptação e acomodação, pois no semestre passado haviamos desenvolvido um projeto de aprendizagem, a medida que este se realizava aprendíamos os passos de um projeto, assimilávamos as características de como aprender através de um PA. Agora, estas assimilações se modificaram, ao termos que revê-las para aplicarmos no novo projeto, sendo que este já deveria apresentar as características pré-estabelecidas no anterior sobre dúvidas e certezas, mapa conceitual, plano de ação, visual da página, interrelação entre os componentes do grupo. Resumindo, a primeira parte do PA esta elaborada, recebeu algumas orientações da nossa tutora Liliana, mas já evidenciava que aprendemos a estruturar um PA.
Quem quiser dar uma espiada na nossa página, o link é: http://grupop6dislexia.pbworks.com/

domingo, 7 de junho de 2009

MÉTODO CLÍNICO

Na segunda aplicação do método clínico piagetiano, realizado em trios, para a interdisciplina de Psicologia, fui eu quem aplicou o método com uma aluna da escola, do 1ºano. A prova- (conservação do número – com doze pecinhas de uma cor e doze de outra, item I: linhas-espaçamento), foi realizada em sala de aula, com uma criança que fica esperando o transporte escolar, no horário do meio dia. É interessante aplicar esta testagem, que a princípio considerava muito simples, mas que para a criança, não é. Percebi na prática, que realmente as crianças atingem os estágios de desenlvovimento em períodos que variam muito de uma criança para outra, em especial levando-se em consideração o ambiente em que vivem, os estímulos que recebem. Esta menina me impressionou, pois ainda não realiza a contagem como se esperava, não possui a conservação de número, o que foi constatado com a aplicação da prova. Conforme relatei na análise do trabalho: "Percebe-se claramente, que a aluna encontra-se no estágio pré-operatório, pois revela ausência de equilíbrio entre os processos de assimilação e acomodação, há muitas assimilações deformantes da realidade ao eu, sendo que ainda não apropriou-se da contagem e da relação número e quantidade, mostrando que ainda não conserva o número como representante da quantidade; seu pensamento é egocêntrico, não é capaz de lidar com idéias diferentes das suas, não muda de opinião."
Então, podemos aprender muito sobre uma criança por aplicar testes clínicos específicos. Piaget dedicou boa parte de sua vida no desenvolvimento de testes clínicos para conhecer os estágios de desenvolvimento cognitivo das crianças.


domingo, 5 de abril de 2009

EPISTEMOLOGIA E CONSTRUTIVISMO

Ao ler o material sugerido para a unidade de estudo da interdisciplina de Psicologia II, achei alguns pontos interessantes:



EPSITEMOLOGIA: é a teoria da ci~encia, ou ainda, estudo do conhecimento.

GENÉTICO: relativo a gênese

EPISTEMOLOGIA GENÉTICA: estudo da gênese do conhecimento humano. Piaget estuda a gênese das estruturas cognitivas, explicando-a pela construção - daí construtivismo - mediante a interação radical entre sujeito e objeto.

INTERACIONISMO: a origem do conhecimento está na síntese permanente entre as condições internas do sujeito e do meio, entre a maturação e a experiência adquirida.

INTELIGÊNCIA: na epistemologia ganética de Piaget é definida como a busca intencional de meios para atingir um fim.

CONSTRUTIVISMO: é uma teoria que permite (re)interpretar a prática,´o método, a técnica, o projeto, jogando-nos para dentro do movimento da história - da humanidade e do universo.



ADAPTAÇÃO: equilíbrio progressivo entre a assimilação e a acomodação;

ASSIMILAÇÃO: incorporação de elementos novos a uma estrutura já existente e o seu pólo complementar;

ACOMODAÇÃO: transformações pelas quais passa a estrutura já existente para incorporar elementos novos.

Logo a ASSIMILAÇÃO consiste na ação do sujeito sobre o meio e a ACOMODAÇÃO numa ação do sujeito sobre si próprio para responder às resistências oferecidas pelo meio.

sábado, 22 de novembro de 2008

PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA

Estou participando de um projeto sobre Velhice na Modernidade e agora percebo bem uma das características de um projeto de aprendizagem: o interesse. Neste trabalho o meu interesse é muito pouco e portanto minha participação é limitada e irrelevante. Pesso desculpas as minhas colegas, mas tenho tantos conflitos na minha vida adulta agora, que não consigo pensar na velhice. Acredito que primeiro devo compreender esta fase da vida que estou vivendo para então pensar numa velhice saudável. Até mesmo uma das constatações que fizemos em nosso trabalho é que os que vivem uma boa velhice são normalmente aqueles que viveram bem as outras fases da vida, enfrentaram e superaram as dificuldades de cada período e portanto estão encarando bem a velhice e preparados para as dificuldades físicas e emocionais que vem junto com ela. Tenho até medo de pensar que se isto tem realmente sentido, vou sofrer também na velhice o que sofri nas etapas da minha vida até então, problemas que só Freud explica...
Mas quem sabe supero e viverei a plenitude da vida na minha velhice, lendo e fazendo tantas coisas que gostaria e hoje o tempo não me permite?